segunda-feira, 29 de setembro de 2014

Imprensa brasileira defende corrupção e impunidade

Essa mesma imprensa assalariada pelo estrangeiro, que está afirmando que os EUA "subestimaram" o Estado Islâmico quando todo mundo sabe que na verdade o criaram como desculpa para mais uma guerra. Essa mesma imprensa que atua dentro do Brasil como uma tropa invasora, sempre contra os interesses nacionais, agora revela, mais uma vez, quem são seus donos. Cuba acaba de condenar 14 cubanos de alto escalão e 3 executivos de uma empresa canadense por corrupção, com penas que vão de 7 a 20 anos. A imprensa "brasileira" tomou logo a defesa dos corruptos!

Para quem conhece o capitalismo e a imprensa brasileira não há surpresas! Já em 1852, analisando a curta história da Segundo República Francesa, Karl Marx já constatou a tendência do poder nos Estados capitalistas caírem nas mãos dos bandidos, especuladores da bolsa e corruptos. E a imprensa "brasileira" por sua vez de brasileira não tem nada. Essa imprensa um instrumento não de Washington, mas mais exatamente do Pentagono, pois é parte do maquinário de guerra dos EUA. Ou seja, seus donos são os maiores bandidos do mundo.

Note-se que a Justiça cubana está sendo branda, pois não decidiu por nenhuma execução. A corrupção, endêmica no capitalismo, para o socialismo é como veneno. A queda da União Soviética provou que os verdadeiros inimigos do socialismo, realmente capazes de articularem a volta ao capitalismo, são os corruptos, sempre somando bandidos no governo e na iniciativa privada. Reprimi-los com dureza exemplar é uma necessidade de qualquer Revolução socialista que queira durar. Tanto sob o capitalismo quanto sob o socialismo a corrupção é o principal combustível da política capitalista.

A imprensa capitalista afirma que punindo os corruptos Cuba afastará investimentos estrangeiros. Que incrível confissão de que se protege os corruptos no Brasil e em todo o mundo capitalista pelo simples fato de que eles se corrompem lado a lado com os detentores do capital! Reprimir a corrupção é afastar os capitalistas do país! Que confissão "global"!

Que fique claro para os cubanos - quando prendem corruptos em Cuba isso aflige os inimigos da Revolução mais do que a prisão de qualquer opositor político.

quinta-feira, 25 de setembro de 2014

MENTIRINHAS ELEITORAIS LULISTAS ÀS ESPENSAS DA MAQUINA ESTATAL...


Wlamir Silva
Professor
Historiador

A propalada saída do Brasil do "mapa da fome" merece alguns cuidados. Primeiro ela não ocorreu agora, mas entre 2005 e 2007, como mostra o mapa da FAO abaixo. E se ocorreu entre 2005/2007, considerando o tempo que uma política pública leva para aparecer nas estatísticas, pouco ou nada tem a ver com o bolsa-família, criado em 2004, e o Fome Zero (o elogio do petista José Graziano, hoje na FAO, ao programa é simbólico e... eleitoreiro), como se sabe, foi um fracasso.

                    http://www.fao.org/hunger/en/

De fato já havia uma tendência de "redução da extrema pobreza"  desde 2001, como mostram os especialistas. Incluindo o período FHC e, se quisermos mais, na fase "mais neoliberal" do governo Lula, sob a direção econômica de manutenção estrita da política anterior por Antonio Palocci, ministro até 26 de março de 2006. Queda fruto de políticas nascidas após a Constituição de 1988, impacto da universalização da ampliação da aposentadoria etc., e de nascentes políticas compensatórias.

Além disso houve, recentemente, uma mudança na metodologia da FAO, fazendo com que 2013 para 2014 o percentual "de fome" tenha caído, "magicamente", de 7% para 1,8%. Nada de excepcional, são índices que tratam de extrema, mas extrema mesmo, pobreza. Por eles, hoje, mais da metade da América Latina está fora do "mapa da fome", só a Bolívia teria uma "fome" moderadamente alta.

                         http://www.fao.org/hunger/en/

Para o Brasil, a questão é a de entender porque a quinta economia do mundo, sem conflagrações, com os recursos naturais e o grau de institucionalidade que possui - bem diverso da África, onde praticamente está confinada esta tragédia -, está em 79º no Índice de Desenvolvimento Humano. Abaixo em educação e expectativa de vida mesmo da média da nossa "poderosa" América Latina. Em 58º, em 64 avaliados, no Programa Internacional de Avaliação de Alunos (PISA), da Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), atrás de Vietnã, Eslovênia, Portugal, Grécia, Emirados Árabes, Uruguai e Albânia, entre outros.

O quadro mundial mostrado pela FAO mostra um avanço generalizado, até porque uma das características do neoliberalismo é exatamente criar políticas compensatórias que minoram a extrema pobreza. Além da urbanização e das novas tecnologias de produção de alimentos. Sim, elas são capazes de superar a fome, o problema é de distribuição de riqueza, de exploração... Por isso o governo Lula seguiu e aprofundou uma tendência que já vinha de FHC.

                                          www.nanihumor.com

No Brasil isso convive bem com a pobreza - travestida de "classe média" - dos 66% de famílias com renda de R$ 2.034 (dados de 2013). E com a falta de saneamento, saúde, educação e segurança que "complementam" a penúria salarial. Políticas compensatórias não vão resolver isso. Em perspectiva histórica, o capitalismo eterniza boa parte disso. Pior quando isso é cinicamente comemorado, pois é despolitizante.

E, cá entre nós, você acredita que na América Latina só haja "fome" moderadamente alta na Bolívia? Que não há fome no Brasil? Enfim, mentirinhas eleitorais difundidas por quem tem a máquina pública nas mãos e faz "horário eleitoral" até em Assembleia da ONU...




quinta-feira, 18 de setembro de 2014

O SOCIALISMO AVESTRUZ DE LUCIANA GENRO E O PAPEL DAS ELEIÇÕES PARA AS ESQUERDAS




Wlamir Silva
Professor
Historiador


Em entrevista num programa de humor, questionada sobre milhões de mortos dos regimes comunistas, a candidata do PSOL Luciana Genro ensaiou uma réplica com as mortes do capitalismo, mas reagiu, de fato, dizendo que o seu socialismo não tem nada a ver com tudo aquilo e, por fim, mandando o apresentador “estudar”.

O grau de despolitização de nossa sociedade, bem apontado pelo candidato do PCB, Mauro Iasi, somado ao enorme impacto midiático das redes sociais, faz com que lances menores e frases de efeito ganhem enorme repercussão. Muitos comemoram que Luciana Genro “sambando” sobre o apresentador, seja lá o que isso queira dizer.

Noves fora o fla-flu das redes sociais, que tem o condão de manter cada um na sua posição original, de parte a parte, resta o incômodo de lidar com a experiência socialista. Observe-se que o questionamento, feito de forma tosca, juntava Revolução Russa, União Soviética, China, Camboja, Cuba etc. A forma simplória em nada ajudou Luciana Genro a descartá-lo. Por quê?

As próximas eleições não vão trazer mudanças profundas, nem estancar mudanças profundas que, supostamente, estariam em curso. O que não quer dizer que mudanças pequenas não sejam importantes. De todo modo, tal decisão está longe das candidaturas minoritárias. Então, qual o papel destas candidaturas?

O apresentador Danilo Gentili deu o troco da grosseria vazia do “vá estudar” com um “você pedir voto não deixa de ser uma piada”... Se Luciana estivesse ali realmente em busca de uma vitória eleitoral seria um tolo erro de marketing: estigmatizar o humorista frente ao seu público. Mas sabemos que a questão não é essa. O que incomoda Luciana Genro?

O “vá estudar” é, sim, uma grosseria. Mas muito maior do que uma grosseria, e, sobretudo, do que uma grosseria pessoal. Com relação à experiência histórica do “socialismo real”, o professoral desdém de Luciana Genro pode ser estendido ao conjunto da sociedade, mesmo a setores escolarizados ou universitários. É o conjunto da sociedade que se estigmatiza.

É claro que o espaço de tempo era curto. Mas o recado da candidata foi o de juntar toda a experiência socialista indiscriminadamente – Lenin e Pol Pot, URSS e China... – e jogá-la, assim, na lata do lixo. Ademais a resposta de que as ideias “puras” de Marx nunca foram postas em prática é inaceitável, idealista, a-histórica e, claro, insustentável.



Se Luciana Genro fosse realmente presidenciável, o não enfrentamento mínimo de um processo cheio de contradições e dificuldades se justificaria pelo marketing eleitoral. Mas se Iasi, José Maria ou ela fossem candidatos com chances, seria outra eleição, outro patamar de politização. Não o sendo, a candidata replicou apenas a provocação tosca.
  
As experiências socialistas são uma questão de difícil “digestão” mesmo entre nossas minúsculas esquerdas. Quanto ao passado e o presente. O que une China, Cuba e Coréia do Norte? A China é socialista? A ilha Cuba é um modelo? A Coréia é uma caricatura? E se pretende que isso não seja uma questão? Resolver com um “não tenho nada com isso”?

O que significaram Lenin, Trotsky e Stalin, Mao Tsé-Tung? Isso para além das anacrônicas, simplórias e inúteis querelas domésticas “de esquerda”. E a experiência anterior da social-democracia alemã e do espartaquismo de Rosa Luxemburgo? O que tudo isso nos têm a dizer no mundo “globalizado”, na “sociedade informática”?

Por que “caiu’ o bloco soviético? Por falta de planificação econômica ou excesso dela? Por não atender às demandas de consumo? E não havia como equilibrar planejamento e consumo? E o regime político porque se mostrou tão frágil? Ele era representativo? Como e por que ecoou tão forte naquelas sociedades uma visão de mundo burguesa? Como e por que emergiu da burocracia estatal uma concentrada burguesia?

A China e sua expansão industrial acelerada, que produz bilionários e conglomerados, é socialismo? As reformas cubanas de abertura ao mercado e diminuição do Estado são socialistas? O regime militarizado e pessoal da Coréia é socialista? O que estes modelos econômicos e políticos nos têm a dizer?

É claro que, como bem observou Luciana Genro, não se trata de importar modelos, mas muito menos de agir como avestruzes. Até porque quando as avestruzes tentam esconder suas pequenas cabecinhas deixam à mostra o corpanzil emplumado... Para as esquerdas que têm como horizonte o socialismo esta não é uma opção.


Cabe aos que desejam construir o socialismo – como perspectiva de organização da sociedade e não como mero patrimônio ético – enfrentar estas questões. E, mais, entender que elas dizem respeito ao conjunto da sociedade, ao conjunto da classe trabalhadora, que, acreditem, mal a conhecem, que dirá a estudaram.

E tudo isso se dá num quadro político de longo prazo, no qual não há atalhos ou místicas de aligeiramento. A pressa aí é apenas retardar o trabalho longo e árduo necessário. Assim, ao invés de frases de efeito, melhor aproveitar as eleições para avançar a tarefa histórica dos que não podem e não querem livrar-se dela, a história, e suas complicações.

PS. De fato, os avestruzes nunca enterraram a cabeça na terra, mas também ninguém conseguiu descartar a história... rsrs.


terça-feira, 16 de setembro de 2014

QUANDO O COMUNISTA PORTINARI FOI CENSURADO PELO MOVIMENTO NEGRO, OU A CENSURA ESTATAL-PRIVADA SOB O MANTO DO SINDICALISMO COOPTADO E A POLÍTICA IDENTITÁRIA

Wlamir Silva
Professor
Historiador


Alguns companheiros, alunos e amigos acham exagerada nossa preocupação com a divisão dos trabalhadores e popular em identidades “raciais”, de gênero e opção sexual e seus reflexos que, de forma simplista e tacanha, chegam até as raias da discriminação e da censura. Talvez tenham alguma razão. Comentamos aqui um caso documentado e seus desdobramentos, com o fim de esclarecer algumas coisas.

Em 2007 deparamo-nos na rede com a notícia que dizia o seguinte: “Coletivo da Igualdade Racial da APP-Sindicato consegue alterações em livro didático”. O sucesso é atribuído ao “Coletivo Estadual de Promoção da Igualdade Racial na Educação da APP-Sindicato e a Associação Cultural de Negritude e Ação Popular (Acnap)” e foi “colhida” no sítio da CUT do Paraná. A APP é o Sindicato dos Trabalhadores em Educação Pública do Paraná, filiado à CUT, a ACNAP é a Associação Cultural de Negritude e Ação Popular. Tudo realizado por meio do Ministério Público Federal*.


 O motivo da ação foi o do livro em questão conter “conteúdo negativo sobre a participação do povo negro na história do Brasil”. Não atendendo a preceitos de uma lei federal e de um parecer estadual. A editora privada fez um acordo e realizou as mudanças exigidas no livro. A gerente editorial foi categórica: “achamos legítima a defesa do movimento negro. A nossa atitude é a de não compactuar com o preconceito e com visões estereotipadas, por isso nos mobilizamos para que as alterações fossem feitas”. Um militante da APP elogiou o novo conteúdo, com a “valorização sobre a contribuição do povo negro na sociedade brasileira”.

Segundo o denunciante, “[o] que inicialmente chamou a nossa atenção é o exagerado número de imagens [...] em que pessoas negras aparecem em situação degradantes, de submissão, humilhação e maus tratos” e “em particular, a que nos chocou, chama a atenção por ser uma ilustração em que crianças estão acorrentadas pelo pescoço, demonstrando desespero e agonia”. Como sabemos, a violência e os maus tratos sob a escravidão são uma questão controversa. Os que não a mostram já foram acusados de edulcorar a escravidão. O denunciante queixoso preferiu ater-se, ou mesmo reduzir, a questão da autoestima negra. Outra acusação foi a da repetição do termo escravo(a), e de sua intercalação com “negros” e “africanos”, fazendo com que “as crianças acreditem que “‘negros’, ‘africanos’ e ‘escravos’ são sinônimos”. Lembre-se de que se tratava de um texto sobre... escravidão.

Mas são esclarecedoras duas mudanças a mais que foram exigidas: “[a] retirada da obra Cana, de Candido Portinari e o título que abre o capítulo”. O título censurado era “Para o trabalho nos canaviais vieram os africanos”. Para os militantes do movimento negro “os africanos, diferentemente dos imigrantes, não vieram, mas que foram capturados e trazidos da África”... Difícil compreender como o verbo “vieram” implicaria a forma da vinda... Mas é da outra exigência que vamos tratar mais aqui.

Exigiu-se a retirada da pintura “Cana” de Cândido Portinari. O pintor comunista Cândido Portinari tem vasta obra e uma parte significativa dela dedicada a figuras de trabalhadores, em fábricas, plantações de café e canaviais. Boa parte destes trabalhadores são negros e mestiços. O quadro “Cana”(veja o quadro abaixo) mostra trabalhadores negros ou mulatos cortando e carregando fardos de cana. Ou seja, o trabalho é que é classificado como situação degradante e de submissão... a ponto de ser exigida a sua sumária retirada. Perguntamo-nos: que imagens elevariam a autoestima negra? Que versão da história o faria? 



A “revisão de conteúdo”, segundo o Promotor Público, foi estendida a todas as coleções do Programa Nacional do Livro Didático (PNLD), com base “nossa contribuição crítica” (nossa de quem?). Isso com base em pressões do Estado e da resiliência das editoras privadas. Este binômio estatal-privado, açulado por grupos minoritários alimentados pelo Estado e sindicatos atrelados censuram e obrigam autores e professores a uma determinada versão da história. Versão destinada a alimentar a autoestima negra, mesmo que à custa de uma aproximação maior com a realidade histórica.

Estas histórias ou versões tem seus defensores. Segundo o historiador pós-moderno Keith Jenkins, são as “histórias com grife”, feitas para atender a demandas específicas: “relatos históricos para crianças , relatos da memoria popular, relatos de negros brancos, mulheres, feministas, homens, relatos de herança cultural, relatos de reacionários, elites, marginais”. Isso porque para estes historiadores não há objetividade no conhecimento histórico e, muito menos, perspectivas de mudança global da sociedade. As “histórias de grife” são mero conformismo e sua lógica “democrática” deve ser, como observa outro pós-moderno, “privatizada”[1].

Para o historiador marxista Eric Hobsbawm não basta esta história de identidade, mítica, relativista, é preciso que ela busque a universalidade e a supremacia da evidência: “Uma história que seja destinada apenas para judeus (ou afro-americanos, ou gregos, ou mulheres, ou proletários, ou homossexuais) não pode ser boa história, embora possa ser uma história confortadora para aqueles que a praticam”[2].

Não, este não é um caso isolado. Ele, como aponta o Promotor envolvido, foi estendido a todas as coleções. A exclusão de Portinari resume o grau e o viés da revisão imposta. A política governamental eleitoreira tornando-se somada ao puro interesse privado das editoras - vale dizer: o mercado - se impõem a autores e professores, que têm de escolher entre estes livros “corrigidos”, tudo sob os auspícios de um sindicalismo atrelado. É censura estatal-privada e, mais ainda, a imposição de uma versão identitária da história aos profissionais da área, sem compromisso com a objetividade do conhecimento.

Enfim, isso vale para outras áreas do conhecimento e às artes e à cultura em geral. Quem define além de seus criadores a versão “adequada”? Quais são os donos da chave do conhecimento ou estética positiva? Quem vai nos pregar antolhos para os tão complexos e diversos caminhos do conhecimento e da linguagem? O que é ingrediente da emancipação humana, a riqueza do conhecimento e das manifestações estéticas ou seu controle? Por isso preocupamo-nos, e muito, com a liberdade de expressão e a sua defesa contra demandas identitárias mais ou menos intolerantes.


* Veja:  http://www.fetecpr.org.br/coletivo-da-igualdade-racial-da-app-sindicato-consegue-alteracoes-em-livro-didatico/
[1] Ver JENKINS, Keith. A História Repensada. São Paulo, Contexto, 2001, e ANKERSMIT, Frank R. Historicismo, pós-modernismo e historiografia. In: MALERBA, Jurandir et alii (orgs.). A escrita da história. São Paulo: Contexto, 2006.
[2] HOBSBAWM, Eric. Não basta a história de identidade. In: Sobre História . São Paulo: Companhia das Letras, 1998.

quinta-feira, 11 de setembro de 2014

Sob Marina crescerão as forças da oposição

Há 12 anos o Brasil vive sem uma oposição eficiente. Os parlamentares de oposição são quase todos de direita, e por isso não podem bater pesado no PT, que faz um governo de direita. Exemplo gritante, existem somente 50 milhões de empregos para uma população de 200 milhões de brasileiros, mas o governo diz que vivemos uma situação de pleno emprego e essa oposição incompetente não discorda, e ainda o confirma até em seus programas eleitorais. Para a direita, ou seja, para capitalistas, o desemprego é uma necessidade, pois é o que achata os salários, e dizem alguns tucanos que o salário mínimo está alto!?!? Além do absurdo da declaração, é flagrante a incapacidade oposicionista dessa gente. A oposição verdadeira, de esquerda, socialista, é minúscula sob o PT, até pela ilusão do proletariado em uma suposta utilidade em se manter esse partido no governo.

segunda-feira, 8 de setembro de 2014

Escolas foram OBRIGADAS a desfilarem no 7 de Setembro

O feriado de 7 de Setembro desse ano teve uma novidade: as escolas estaduais e as do município foram OBRIGADAS a marcharem com os militares na avenida. Além dos alunos, os professores e demais servidores das escolas também desfilaram. Perguntamos qual o motivo de tal OBRIGAÇÃO? Resta saber se, como foi domingo, o trabalho obrigatório dos servidores valerão por dois dias como acontece com qualquer trabalhador que trabalha ou marcha nos domingos!