terça-feira, 12 de março de 2013

O Presidente Maduro incorporou o Partido Comunista ao seu governo

Desde que o Partido Comunista da Venezuela, PCV, ou Galo Rojo (Galo Vermelho) se negou a ingressar no Partido Socialista Unido da Venezuela, PSUV, as relações do Chavéz com o PCV ficaram estremecidas, embora o PCV tenha mantido seu apoio incondicional da Chavéz. Naturalmente, o Partido Comunista é parte ativa da Revolução Bolivariana, e sua ausência no governo por certo não facilitou em nada o caminho da Revolução. Essa atitude de Maduro, sinal de radicalização da Revolução, é prova de que Chavéz soube escolher seu sucessor, um fato raro na história.

A direita já conhece Maduro, não se surpreendeu, mas certamente está enfurecida contra esse pecado e usará contra Maduro de toda a sua perfídia. Mentirá e menosprezará sem trégua nem de um segundo, e está fingindo que desistiu de vencer em 14 de Abril, mas não desistiu. A direita não desistiria de vencer em seu próprio campo.

Não existe nenhum outro caminho seguro para os venezuelanos que não seja vencer a direita em 14 de Abril. A modificação de qualquer lei agora seria considerada um golpe e usado pela direita para gerar um guerra civil. A vitória da direita também pode gerar uma guerra civil. Maduro tem que vencer!

É interessante na mídia capitalista atuante no Brasil (não, não é brasileira) que aproveita a morte de Hugo Chavéz para revelar suas esperanças de que caiam por terra os sucessos diplomáticos brasileiros das últimas décadas, incluindo a Unasul e o Mercosul, responsável por mais ou menos um terço de nossas exportações. Fica claro que são meios de comunicação coordenados por Washington.

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