quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

IBGE revela que em 9 anos de governo o PT não fez nenhuma reforma agrária

É o próprio Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas, um órgão público federal, que revela que a situação no campo brasileiro continua a mesma que na trágica década dos Fernandos, Collor e HC, com 1% dos proprietários concentrando 40% das propriedades. O governo Dilma ainda cortou verbas, já ridículas, destinadas à reforma agrária. O governo petista também não aprovou leis que permitam ou facilitem a reforma agrária, e nem mesmo tomou medidas administrativas que dependem da vontade do presidente. Ver mais em: http://www.pcb.org.br/portal/index.php?option=com_content&view=article&id=3361:governo-abandona-de-vez-a-reforma-agraria&catid=65:lulismo .

3 comentários:

Sam Joam d'el rey disse...

Conforme notícia divulgada em 23/12/2011 no Portal do Ministério do Desenvolvimento Agrário decretos presidenciais iniciam desapropriações para reforma agrária do governo Dilma a partir de segunda-feira, dia 26. O Diário Oficial da União de segunda-feira irá trazer os primeiros decretos de desapropriação de terras para fins de reforma agrária assinados pela presidenta Dilma Rousseff. São 60 fazendas, somando área total de 112,8 mil hectares para assentamento de 2.739 famílias sem-terra, segundo a avaliação feita ao longo de 2011 pelo ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA) conjuntamente com o Incra, autarquia vinculada ao ministério. A proposta, formatada em consonância com a orientação presidencial, havia sido levada à presidenta Dilma pelo ministro Afonso Florence, em reunião no Planalto, e aprovada pela presidenta. Aguardaremos.

alex disse...

Ou seja, depois de um ano de governo, um punhadinho de famílias... Enquanto isso os pistoleiros expulsam multidões do campo para as cidades.

Sam Joam d'el rey disse...

Realmente, este não foi um ano positivo para a reforma agrária no país. A lentidão e a ineficácia do Estado fez com que o governo de Dilma Rosseuf deixasse pendente a apresentação de um plano com soluções para as 160 mil famílias que ainda estão à espera. Por outro lado o agronegócio, que controla atualmente a agricultura do país, seguiu com sua ofensiva em acumular mais terras e explorar os bens naturais.

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